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	<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 23:22:48 +0000</pubDate>
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		<title>MAC - Do passado ao futuro numa viagem de beleza</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 12:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

		<category><![CDATA[Sobre Niterói]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esta minha crônica sobre o MAC é antiga. Está publicada há tempos no site Alma Carioca, mas agora acrescentei o vídeo e a narração.
Para acessar as demais crônicas sobre Niterói nesse site, clique na foto acima.
Para assistir ao vídeo, clique na seta.







]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.almacarioca.com.br/niteroi/index.htm"><img class="size-medium wp-image-433 aligncenter" title="mac1" src="http://jcarino.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mac1-300x225.jpg" alt="mac1" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #888888;">Esta minha crônica sobre o MAC é antiga. Está publicada há tempos no site Alma Carioca, mas agora acrescentei o vídeo e a narração.<br />
Para acessar as demais crônicas sobre Niterói nesse site, clique na foto acima.<br />
Para assistir ao vídeo, clique na seta.<br />
</span></em></p>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/XzQAMasOaG0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XzQAMasOaG0&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
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<p style="text-align: left;"><em><span style="color: #888888;"><br />
</span></em>
</p>
<p style="text-align: center;">
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	<itunes:summary>Esta minha crônica sobre o MAC é antiga. Está publicada há tempos no site Alma Carioca, mas agora acrescentei o vídeo e a narração.
Para acessar as demais crônicas sobre Niterói nesse site, clique na foto acima.
Para assistir ao vídeo, clique na seta.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Esta minha crônica sobre o MAC é antiga. Está publicada há tempos no site Alma Carioca, mas agora acrescentei o vídeo e a narração.
Para acessar as demais crônicas sobre Niterói nesse site, clique na foto acima.
Para assistir ao vídeo, [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Pelo avesso</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 17:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Minhas crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio a seguir outra de minhas crônicas antigas, &#8220;Pelo avesso&#8221;.
Basta clicar na seta para ouvir.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio a seguir outra de minhas crônicas antigas, &#8220;Pelo avesso&#8221;.<br />
Basta clicar na seta para ouvir.</p>
<p></p>
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	<itunes:summary>Leio a seguir outra de minhas crônicas antigas, Pelo avesso.
Basta clicar na seta para ouvir.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Leio a seguir outra de minhas crônicas antigas, Pelo avesso.
Basta clicar na seta para ouvir.</itunes:subtitle>
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		<title>Crônica veloz</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=403</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Aí está mais uma de minhas crônicas narrada por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;"><em>Aí está mais uma de minhas crônicas narrada por mim.<br />
Para ouvir, basta clicar na seta.</em></span></p>
<p></p>
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		<title>Terra molhada</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 21:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[A seguir, mais uma de minhas crônicas antigas, narrada por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">A seguir, mais uma de minhas crônicas antigas, narrada por mim.<br />
Para ouvir, basta clicar na seta.</span></em></p>
<p></p>
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	<itunes:summary>A seguir, mais uma de minhas crônicas antigas, narrada por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>A seguir, mais uma de minhas crônicas antigas, narrada por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.</itunes:subtitle>
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		<title>Córregos</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=348</link>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 02:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Córregos é mais uma de minhas crônicas antigas. Ei-la em sua versão lida por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.
Para deixar um recado, é só clicar em &#8220;Comentários&#8221;.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;"><em>Córregos é mais uma de minhas crônicas antigas. Ei-la em sua versão lida por mim.<br />
Para ouvir, basta clicar na seta.<br />
Para deixar um recado, é só clicar em &#8220;Comentários&#8221;.</em></span></p>
<p></p>
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Para ouvir, basta clicar na seta.
Para deixar um recado, é só clicar em Comentários.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Córregos é mais uma de minhas crônicas antigas. Ei-la em sua versão lida por mim.
Para ouvir, basta clicar na seta.
Para deixar um recado, é só clicar em Comentários.</itunes:subtitle>
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		<title>Casas geminadas</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=319</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 14:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Minhas crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis mais uma de minhas crônicas semanais.
Estas crônicas são publicadas toda terça-feira no site Crônicas Cariocas. Para ver as crônicas nesse site, clique na ilustração.


Há beleza e emoção nas casas geminadas. Agarradinhas, essas construções ilustram, para mim, a própria condição humana: viver como conviver.
Mas existe aí, também, o reverso da medalha. Casas de parede e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(136, 136, 136);" mce_style="color: #888888;"><i>Eis mais uma de minhas crônicas semanais.<br />
Estas crônicas são publicadas toda terça-feira no site Crônicas Cariocas. Para ver as crônicas nesse site, clique na ilustração.<br />
</i></span></p>
<p style="text-align: center;" mce_style="text-align: center;"><a href="http://cronicascariocas.com.br/j_carino.html" mce_href="http://cronicascariocas.com.br/j_carino.html"><img class="size-thumbnail wp-image-333 aligncenter" title="casas_geminadas-a2" src="http://jcarino.com.br/wp-content/uploads/2009/05/casas_geminadas-a2-150x150.jpg" mce_src="http://jcarino.com.br/wp-content/uploads/2009/05/casas_geminadas-a2-150x150.jpg" alt="casas_geminadas-a2" width="150" height="150"/></a></p>
<p>Há beleza e emoção nas casas geminadas. Agarradinhas, essas construções ilustram, para mim, a própria condição humana: viver como conviver.<br />
Mas existe aí, também, o reverso da medalha. Casas de parede e meia fragilizam a privacidade. É como se diz: “Paredes têm ouvido”. O agarradinho das construções muitas das vezes gera a contradição das desavenças entre os que moram tão próximos.<br />
Casas geminadas podem sugerir uma contradição. Por que é que, nas imensidões do país, num lugarejozinho afastado de tudo, com tanto espaço à volta, as casas se encostam assim umas nas outras? A economia, sem dúvida, tem seu peso: uma só parede serve a duas moradias. E as construções talvez tenham se tornado mais sólidas e resistentes por terem sido edificadas assim.<br />
Nas cidades grandes, não há dúvida. A aglomeração é condição necessária, para o bem e para o mal. A escassez de espaço – real ou fabricada pela especulação imobiliária – justifica a construção de habitações coladas umas às outras. Aliás, edifícios de apartamento nada mais são do que uma geminação na vertical, não é mesmo, prezado leitor?</p>
<p><img src="http://jcarino.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" mce_src="http://jcarino.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" class="mceWPmore mceItemNoResize" title="More..."/>Que falem sobre isso os economistas, os arquitetos, os engenheiros e os construtores, com o raciocínio de grana, pedra e cal. Eu prefiro divagar, reconstruindo casas gêmeas com a argamassa da poesia.<br />
Depois de viajar por essas estradas do Brasilzão, acho lindo chegar a uma cidadezinha e ver as casas geminadas, numa ruazinha de terra batida, enfileiradas em poucas ruelas, ou muitas vezes numa rua única, solitária via onde se alinha tudo que é necessário: igreja, que oferece o pão do espírito, vendas que comercializam todas as mercadorias que formam o pão do corpo, pracinha, escola, prefeitura, cadeia&#8230;<br />
Essas casas geminadas, escoradas umas nas outras, formam uma solidariedade arquitetônica que gera, por gerações, a convivência próxima. Aquelas crianças que brincam defronte, que entram em várias portas construídas lado a lado, onde moram? Filhos e filhas de quem são? Para quem passa, na instantaneidade das paradas rápidas de viajantes, impossível saber. Parece que tudo se funde, numa real comunhão, num amálgama de vidas muito iguais.<br />
Sabemos bem que não é assim. Cada casinha tem sua gente e, claro, sua personalidade. Porque casas, como pessoas, têm seu jeito de ser, correspondente a quem nelas habita, com suas diferenças e suas idiossincrasias.<br />
É fácil constatar essa tensão entre o comum e o diverso. Quem viveu em casas muito próximas, e mais ainda quem morou em casas geminadas, sabe como é difícil viver quando uma briga, uma rusga, uma implicância, uma picuinha instaura o “ficar de mal”. Com isso, a convivência com o “inimigo” ao lado torna-se quase insuportável.<br />
Casinhas geminadas são lindas em seu conjunto. Especialmente quando – numa evidente tentativa de diferenciação – são pintadas de cores diferentes. Então, uma paleta sem regras estéticas e cuidados cromáticos aparece: casas amarelas, verdes, marrons, brancas, azuis, num festival de cores, ali estão, alinhadas, numa espécie de arco-íris concreto, muito lindo, a refletir o sol intenso da manhã ou da tarde.<br />
Nas cidades, casas geminadas criaram habitações de um tipo cujo romantismo quase todos reconhecem: as vilas. Elas nada mais são do que pequeninas ruas, dentro das ruas, com casas geminadas de um lado e de outro. Quem morou, ou mora, numa dessas vilas sabe o quanto casas gêmeas na arquitetura geram vidas gêmeas em suas trajetórias e na criação de amizades que duram para sempre, mesmo quando as vicissitudes afastam as pessoas da convivência necessariamente próxima nas residências geminadas.<br />
Benditas sejam as casas geminadas que ainda aproximam pessoas. Elas representam uma fuga da clausura dos apartamentos, na sua geminação forçada, em que não conhecemos nossos vizinhos de corredor ou de porta, onde o contato superficial permitido pela correria diária resume-se a um “bom dia” ou “boa noite”.<br />
Que as casinhas geminadas nas pequenas cidades, ou as vilas nas cidades grandes, ainda resistam por muito tempo, para que possamos nos lembrar quão humana é a dimensão do verdadeiro conviver.</p>
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	<itunes:summary>Eis mais uma de minhas crônicas semanais.
Estas crônicas são publicadas toda terça-feira no site Crônicas Cariocas. Para ver as crônicas nesse site, clique na ilustração.


Há beleza e emoção nas casas geminadas. Agarradinhas, essas construções ilustram, para mim, a própria condição humana: viver como conviver.
Mas existe aí, também, o reverso da medalha. Casas de parede e meia fragilizam a privacidade. É como se diz: “Paredes têm ouvido”. O agarradinho das construções muitas das vezes gera a contradição das desavenças entre os que moram tão próximos.
Casas geminadas podem sugerir uma contradição. Por que é que, nas imensidões do país, num lugarejozinho afastado de tudo, com tanto espaço à volta, as casas se encostam assim umas nas outras? A economia, sem dúvida, tem seu peso: uma só parede serve a duas moradias. E as construções talvez tenham se tornado mais sólidas e resistentes por terem sido edificadas assim.
Nas cidades grandes, não há dúvida. A aglomeração é condição necessária, para o bem e para o mal. A escassez de espaço – real ou fabricada pela especulação imobiliária – justifica a construção de habitações coladas umas às outras. Aliás, edifícios de apartamento nada mais são do que uma geminação na vertical, não é mesmo, prezado leitor?
Que falem sobre isso os economistas, os arquitetos, os engenheiros e os construtores, com o raciocínio de grana, pedra e cal. Eu prefiro divagar, reconstruindo casas gêmeas com a argamassa da poesia.
Depois de viajar por essas estradas do Brasilzão, acho lindo chegar a uma cidadezinha e ver as casas geminadas, numa ruazinha de terra batida, enfileiradas em poucas ruelas, ou muitas vezes numa rua única, solitária via onde se alinha tudo que é necessário: igreja, que oferece o pão do espírito, vendas que comercializam todas as mercadorias que formam o pão do corpo, pracinha, escola, prefeitura, cadeia
Essas casas geminadas, escoradas umas nas outras, formam uma solidariedade arquitetônica que gera, por gerações, a convivência próxima. Aquelas crianças que brincam defronte, que entram em várias portas construídas lado a lado, onde moram? Filhos e filhas de quem são? Para quem passa, na instantaneidade das paradas rápidas de viajantes, impossível saber. Parece que tudo se funde, numa real comunhão, num amálgama de vidas muito iguais.
Sabemos bem que não é assim. Cada casinha tem sua gente e, claro, sua personalidade. Porque casas, como pessoas, têm seu jeito de ser, correspondente a quem nelas habita, com suas diferenças e suas idiossincrasias.
É fácil constatar essa tensão entre o comum e o diverso. Quem viveu em casas muito próximas, e mais ainda quem morou em casas geminadas, sabe como é difícil viver quando uma briga, uma rusga, uma implicância, uma picuinha instaura o “ficar de mal”. Com isso, a convivência com o “inimigo” ao lado torna-se quase insuportável.
Casinhas geminadas são lindas em seu conjunto. Especialmente quando – numa evidente tentativa de diferenciação – são pintadas de cores diferentes. Então, uma paleta sem regras estéticas e cuidados cromáticos aparece: casas amarelas, verdes, marrons, brancas, azuis, num festival de cores, ali estão, alinhadas, numa espécie de arco-íris concreto, muito lindo, a refletir o sol intenso da manhã ou da tarde.
Nas cidades, casas geminadas criaram habitações de um tipo cujo romantismo quase todos reconhecem: as vilas. Elas nada mais são do que pequeninas ruas, dentro das ruas, com casas geminadas de um lado e de outro. Quem morou, ou mora, numa dessas vilas sabe o quanto casas gêmeas na arquitetura geram vidas gêmeas em suas trajetórias e na criação de amizades que duram para sempre, mesmo quando as vicissitudes afastam as pessoas da convivência necessariamente próxima nas residências geminadas.
Benditas sejam as casas geminadas que ainda aproximam pessoas. Elas representam uma fuga [...]</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Eis mais uma de minhas crônicas semanais.
Estas crônicas são publicadas toda terça-feira no site Crônicas Cariocas. Para ver as crônicas nesse site, clique na ilustração.


Há beleza e emoção nas casas geminadas. Agarradinhas, essas [...]</itunes:subtitle>
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		<title>Banho refrescante</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 15:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotovivendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[Volta e meia, atualizo meus fotologs. Eis mais uma foto que acabo de incluir.
Para ir direto ao meu fotolog, basta clicar na fotografia.




]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;"><em>Volta e meia, atualizo meus fotologs. Eis mais uma foto que acabo de incluir.<br />
Para ir direto ao meu fotolog, basta clicar na fotografia.</em></span></p>
<p><span style="color: #888888;"><em><a href="http://www.fotolog.com.br/carino"><img class="alignnone size-medium wp-image-316" title="175-bafalos-no-caminho-entre-arraial-e-a-praia-do-espelho-102" src="http://jcarino.com.br/wp-content/uploads/2009/05/175-bafalos-no-caminho-entre-arraial-e-a-praia-do-espelho-102-300x199.jpg" alt="175-bafalos-no-caminho-entre-arraial-e-a-praia-do-espelho-102" width="300" height="199" /></a><br />
</em></span></p>
<p><span style="color: #888888;"><em><br />
</em></span></p>
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Para ir direto ao meu fotolog, basta clicar na fotografia.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>Volta e meia, atualizo meus fotologs. Eis mais uma foto que acabo de incluir.
Para ir direto ao meu fotolog, basta clicar na fotografia.</itunes:subtitle>
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		<title>Conversando com o mar</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=304</link>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 21:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Outra de minha crônicas antigas, na minha voz. Para ouvir, clique abaixo na seta e espere carregar e surgir o som.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Outra de minha crônicas antigas, na minha voz. Para ouvir, clique abaixo na seta e espere carregar e surgir o som.<br />
</span></em></p>
<p></p>
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		<title>Confraria dos caminhantes</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=295</link>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 21:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis mais uma de minhas crônicas antigas, lida por mim.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;"><em>Eis mais uma de minhas crônicas antigas, lida por mim.</em></span></p>
<p></p>
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		<title>Doces lunáticos</title>
		<link>http://internit.net.br/~jcarino/?p=286</link>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast - Minhas narrações]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Doces Lunáticos&#8221; é uma crônica que escrevi há alguns anos e, volta e meia, torna a ser publicada, sobretudo quando noites de plenilúnio nos mostram a beleza da lua e o esplendor do luar.
Agora mesmo, meu amigo Paulo Afonso, da página www.almacarioca.com.br republicou a crônica. Ei-la na sua versão narrada por mim hospedada naquela página. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Doces Lunáticos&#8221; é uma crônica que escrevi há alguns anos e, volta e meia, torna a ser publicada, sobretudo quando noites de plenilúnio nos mostram a beleza da lua e o esplendor do luar.<br />
Agora mesmo, meu amigo Paulo Afonso, da página www.almacarioca.com.br republicou a crônica. Ei-la na sua versão narrada por mim hospedada naquela página. Para ouvir, basta clicar na seta.</p>
<p></p>
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Agora mesmo, meu amigo Paulo Afonso, da página www.almacarioca.com.br republicou a crônica. Ei-la na sua versão narrada por mim hospedada naquela página. Para ouvir, basta clicar na seta.</itunes:summary>
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